Dom Limacêdo preside missa em ação de graças pelos 23 anos da Dedicação da Catedral

Como é boa a tua casa, como é bom morar contigo, por ti suspira minh’alma, meu coração, ó Deus vivo!”

Celebrando a liturgia dominical do 21º Domingo do Tempo Comum, na Catedral dos Afogados da Ingazeira, aconteceu a Santa Missa em Ação de Graças pelos 23 anos da Dedicação da Catedral.

O bispo diocesano, dom Limacêdo Antônio da Silva, presidiu a celebração, ao lado do Pe. Gilvam Bezerra e dos diáconos Alan Michel e Expedito Matias.

Em sua homilia, dom Limacêdo falou da importância da celebração. “Aqui nos encontramos neste dia comemorativo de dedicação desta igreja. Esta igreja foi dedicada para lembrar das nossas origens, a nossa pertença à igreja de Cristo, o fundamento Dele próprio unidos aos apóstolos”, disse o bispo.

Dom Limacêdo também falou sobre o centenário de dom Francisco o qual a diocese esta festejando. “O nosso dom Francisco participou do Concilio Vaticano II, aquela grande reunião na década de 60 que reuniu os bispos do mundo inteiro, cerca de 3 mil, hoje somos em 5 mil bispos. Imaginem ali, quantas decisões tomaram? Sobre tudo em modo particular o que estamos aqui vivenciando, celebrando essa missa na língua vernácula, na língua de cada nação, onde as pessoas não possam somente compreender, mas também se deixar envolver pela celebração eucarística de forma consciente, de forma eficaz, de forma envolvente. Aprendamos de dom Francisco a sermos cristãos, aquele homem que soube como ninguém, abraçar o Evangelho, unir a fé à vida”, concluiu.

Centenário de Dom Francisco: simpósio reflete sobre sua influência no Concílio Vaticano II e legado na diocese de Afogados da Ingazeira

Mais um evento em comemoração ao centenário daquele que foi o terceiro bispo de nossa diocese marcou a noite da quinta-feira, 22 de agosto, no Centro de Formação Pastoral Dom Francisco, em Afogados da Ingazeira. O simpósio “Dom Francisco: Nosso Dom, Nosso Profeta”, realizado hoje em parceria com a UNICAP, teve como tema “Dom Francisco e sua participação no Concílio Ecumênico Vaticano II”.

Após a execução do Hino do Centenário, a abertura foi realizada por Dom Limacêdo Antônio, bispo da diocese de Afogados da Ingazeira, que convidou os três padres coordenadores das comissões para falarem sobre o progresso de seus trabalhos.

O Padre Gilvam Bezerra, da Equipe de Formação, destacou a realização dos simpósios em parceria com a FASP e UNICAP e informou sobre dois outros eventos que deverão acontecer na FVP (São José do Egito, em setembro) e na FIS (Serra Talhada, em outubro). Ele também ressaltou a importância de tornar os jovens conhecedores dessa figura ilustre. Em momento posterior, ele apresentou a proposta do Centenário e elucidou a relevância do nosso homenageado para a Igreja. O Pe. Renato Almeida, da Equipe de Comunicações e Mídia, relatou que, enquanto padre jovem, está tendo a oportunidade de conhecer melhor o bispo. Já o Pe. Luisinho, da Equipe de Cultura, enfatizou as atividades planejadas: três cordéis e três mesas de glosas, tendo já concretizado um de cada.

As atividades foram iniciadas em uma cidade icônica para a poesia, São José do Egito. As próximas mesas acontecerão em Tabira, no próximo mês, e em Serra Talhada, em outubro. Finalizando as atividades dessa equipe, haverá um festival de violeiros em Afogados da Ingazeira. Dom Limacêdo concluiu relembrando que, com o Concílio Vaticano II, a Igreja deixou de ser europeia para ser, de fato, mundial, e que o nome de Dom Francisco está registrado como partícipe desse momento histórico da nossa vida de fé.

O Professor Dr. Newton Cabral, doutor e mestre em História pela UFPE, licenciado em Filosofia pela UNICAP e professor titular do Departamento de Ciências da Religião da UNICAP, foi convidado a discorrer sobre a temática, apresentando Dom Francisco como Pai, Pastor e Profeta. Ele leu na íntegra o documento apresentado por Dom Francisco no CV II, que foi censurado e não consta sequer nos anais, assim como sua participação no Pacto das Catacumbas, que compilava 13 compromissos que deveriam ser seguidos por seus participantes durante suas vidas. Evidenciou que Dom Francisco era um participante ousado, questionando temas como a obrigatoriedade do celibato para os presbíteros, a paternidade responsável (pílula) e o problema do divórcio. O evento foi finalizado com a declamação do poema “Dom Francisco”, de autoria de Genildo Santana.

A discussão foi mediada pelo Professor Dr. Drance Elias, também da UNICAP. O público contou com a participação de padres da nossa diocese, seminaristas, integrantes de pastorais e movimentos, crismandos e catequizandos, além de autoridades representantes dos Poderes Executivo e Judiciário. Estes expuseram depoimentos de vivências com Dom Francisco, mostrando-o como carismático, acolhedor, companheiro, justo, caridoso, destemido e cuidadoso com seu povo.

Cada exposição refletia o prazer de quem partilhou da vida de Dom Francisco, e é nesse clima que já aguardamos os próximos momentos de encontro.

Dom Limacêdo empossa padre Erinaldo em Santa Cruz da Baixa Verde

A Paróquia de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em Santa Cruz da Baixa Verde, acolheu na noite desta sexta-feira, 16 de agosto, o novo pároco da comunidade, Pe. Erinaldo Sultério de Morais.

A celebração teve início com a acolhida e pronunciamentos das autoridades e da comunidade de São João Batista, em Mirandiba, paróquia anterior do sacerdote. Em seguida, ocorreu uma procissão até a Matriz.

Na Matriz, Dom Limacêdo Antônio presidiu a Celebração Eucarística com o rito de posse canônica. Após a saudação inicial, o vigário geral da diocese, Pe. Josenildo Nunes de Oliveira, leu a provisão, válida por seis anos. Em seguida, o Pe. Erinaldo fez a profissão de fé e o juramento de fidelidade.

Padre Augusto Eduardo assume Paróquia de São João Batista, em Mirandiba

Na quarta-feira, 14 de agosto, o bispo da diocese de Afogados da Ingazeira, dom Limacêdo Antônio da Silva, deu posse ao padre Augusto Eduardo na Paróquia de São João Batista, em Mirandiba.

Como de costume, o padre foi acolhido na entrada da cidade pelas autoridades do município e depois seguiram em caminhada até a matriz onde aconteceu a missa com o rito de posse.

Padre Augusto estava à frente da Paróquia da Imaculada Conceição, em Calumbi.

Dom Limacêdo encerra festividades de Santa Maria Madalena

Após nove noites em que aconteceram celebrações em honra à padroeira da diocese de Afogados da Ingazeira, Santa Maria Madalena, uma multidão acompanhou o encerramento da festa nesta segunda (22), dia em que se comemora Santa Maria Madalena. Foi a primeira festa da Padroeira com dom Limacêdo como quinto bispo diocesano.

Durante o novenário, vários padres estiveram participando e presidindo as celebrações, juntamente com suas comunidades.

Nas festividades desse ano, quatro áreas pastorais criadas recentemente estiveram presentes: Área Pastoral de São Francisco, em Serra Talhada que tem o padre Elton Wilson como administrador, Área Pastoral de Fátima, em Flores com o padre Adhemar Lucena à frente e a Área Pastoral de São Sebastião, em Ibitiranga, com o padre Alison Maciel como administrador.

A missa de encerramento das festividades foi presidida pelo bispo diocesano, dom Limacêdo Antônio da Silva e que contou com a participação do bispo emérito da diocese de Afogados da Ingazeira, dom Egidio Bisol. A maioria dos padres da diocese estiveram presentes.

Padre André Ferreira assume paróquia de São Sebastião, em Quixaba

Dom Limacêdo Antônio da Silva, bispo diocesano, presidiu na noite da sexta-feira, 26 de abril, a posse canônica do Pe. André Ferreira da Cruz como administrador paroquial da Paróquia de São Sebastião, em Quixaba.

A celebração contou com a participação de parte do clero da diocese, as comunidades pelas quais o sacerdote auxiliou e a comunidade paroquial de Quixaba, além das autoridades locais.

Em sua homilia, o bispo diocesano falou sobre o mundo agitado em que vivemos e como as pessoas estão se distanciando da realidade em favor do mundo virtual. Ao mesmo tempo, enfatizou que o virtual pode ser uma ferramenta útil na evangelização.

“Vivemos numa sociedade onde tudo é muito corrido. O virtual muitas vezes ganha mais importância que o real. É necessário que entremos no também mundo virtual para podermos evangelizar”, disse dom Limacêdo.

O bispo também ressaltou que o Cristo Ressuscitado deseja transformar a vida de todos e que a presença de um sacerdote deve animar todos os aspectos de uma comunidade.

“Agora, entre vocês, está o Padre André. A igreja é comunhão. É através Dele (Cristo Ressuscitado) que tudo se torna possível. O padre na comunidade deve ser um homem do diálogo, pois ele é o animador da comunidade. O sacerdote deve reconhecer os dons e carismas das pessoas. É importante que o padre consiga animar tanto os jovens quanto os idosos”, enfatizou o bispo.

Dom Limacêdo também mencionou que nos momentos de incerteza, uma das ações de discernimento para o sacerdote é visitar os idosos, citando seu próprio exemplo quando era sacerdote. “Nos momentos de incerteza, eu costumava visitar os doentes e os idosos. A visita é uma oportunidade para aprender ainda mais com Deus”, concluiu.

Ele encerrou enaltecendo a figura do sacerdote: “O padre ajuda a preencher o vazio. É importante que ele dialogue com o poder público, saiba conquistar as pessoas e enxergue a totalidade da pessoa. Ele precisa trabalhar com limites e buscar viver uma vida de oração, especialmente junto ao seu povo”, concluiu.

Após a homilia, aconteceu o rito de posse canônica com a leitura da provisão, a renovação das promessas sacerdotais e a profissão de fé. Em seguida, junto com dom Limacêdo, Pe. André visitou os espaços celebrativos da Matriz.

Diocese abre Centenário de Nascimento de dom Francisco

A Diocese de Afogados da Ingazeira abriu na quarta-feira, 3 de abril, as comemorações do Centenário de dom Francisco Austregésilo de Mesquita Filho, considerando uma grande importância religiosa, social e cultural para a Diocese, Região do Pajeú e o Nordeste em mais de 40 anos de pastoreio.

A Missa de Abertura do Centenário aconteceu na Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios, sede da diocese, e teve a presidência do bispo diocesano, dom Limacêdo Antônio da Silva. O bispo emérito, dom Egídio Bisol, o vigário geral da diocese Pe. Josenildo Nunes de Oliveira, o pároco da Catedral Pe. Gilvam Bezerra e o clero da diocese estiveram presentes à celebração de lançamento do centenário.

Em sua homilia, o bispo diocesano parabenizou a equipe de Liturgia da época de dom Francisco que esteve servindo ao altar. “Parabéns a essa equipe maravilhosa que nos ajudou e está nos ajudando a rezar e fazer esse mergulho na história, nos fazendo fazer a memória de um grande pastor da nossa diocese”, disse.

E prosseguiu ressaltando o legado de dom Francisco: “O evangelho de hoje é maravilhoso, pois nos ajuda a olharmos aquele que estamos vivenciando. Aquele que foi o homem da palavra, aquele que foi um caminheiro e por isso um grande missionário, aquele que foi o homem da comunhão. Ele tinha um amor pelos padres, ele doava o seu tempo precioso para o povo de Deus. Ele que defendia seu clero. Ele que era o homem da palavra e se tornou o profeta”, concluiu dom Limacêdo.

Após o Rito da Comunhão, os padres Luizinho Marques, Josenildo Nunes, Vinícius Veras e os seminaristas Lucas Emmanuel, Felipe Emanuel e Gabriel lançaram o Hino do Centenário e a logo comemorativa.

A programação contará com três simpósios nas Faculdades de Direito existentes no território diocesano. Em agosto, na FASP – Afogados da Ingazeira, em setembro, na FVP – São José do Egito, em outubro, na UNIFIS – Serra Talhada. Haverá também um festival de violeiros em Afogados da Ingazeira, e a elaboração de cordéis, conteúdos de mídias e radiofônicos, além do lançamento de um livro comemorativo na celebração de encerramento, em 3 de abril de 2025.

Dom Francisco, cujo lema episcopal era “Ut Vitam Habeant” (Para que tenham vida), foi bispo diocesano por mais de 40 anos e desempenhou papéis cruciais, incluindo sua participação no Concílio Vaticano II (1962-1965) e sua contribuição como responsável pelo Setor da Pastoral Rural do Regional Nordeste 2 da CNBB. Sua influência também se estendeu à mídia, onde atuou como produtor do Programa “Nossa Palavra” na Rádio Pajeú de Educação Popular, um aspecto de sua vida que também será destacado nas celebrações do centenário.

Dom Limacêdo preside 1ª Missa do Crisma como bispo diocesano

O bispo da diocese de Afogados da Ingazeira, dom Limacêdo Antônio da Silva, presidiu na noite desta quarta (27), na Concatedral de Nossa Senhora da Penha, em Serra Talhada, a Missa dos Santos Óleos (Missa do Crisma). A missa contou com a presença de todo o clero diocesano e do bispo emérito, dom Egidio Bisol.

Durante a missa do Crisma, acontece a bênção dos Santos Óleos, que são os óleos do Crisma, dos Enfermos e dos Catecúmenos, além da renovação das promessas sacerdotais por parte dos sacerdotes diante do bispo e da comunidade.

“Essa celebração litúrgica ela nos faz recordar o dom do ministério sacerdotal, o dom da nossa ordenação, o dom do episcopado, sempre serviço. Aqui eu peço aos padres e aos diáconos: se ajudem, fomentem, reavivem onde morreu o conselho pastoral, o conselho econômico. O leigo, o cristão fiel em Cristo tem o direito e a responsabilidade de nos ajudar no governo da paróquia, no encaminhamento pastoral da paróquia, porque são batizados. A Igreja e de todos nós, porque todos nós somos Igreja”, disse dom Limacêdo.

Paróquia de São Sebastião, em Iguaracy, realizou a 8ª Caminhada das Águas

Na madrugada do sábado, 23 de março, aconteceu a caminhada penitencial da paróquia São Sebastião em Iguaracy. Essa que foi sua oitava edição. Os fiéis juntamente com os padres, saíram da Matriz até o açude do Rosário, que é um importante manancial, e que há mais de trinta anos vem abastecendo e socorrendo a população da região. Este ano a caminhada contou com a presença do bispo diocesano dom Limacêdo Antônio, e com membros da Cáritas Diocesana.

Essa caminhada de cunho religioso e social, fazendo alusão ao dia mundial da água (22 de março), chamando atenção dos órgãos públicos e fiscalizadores para manutenção e preservação destes importantes instrumentos de sustento da vida no semi-árido pernambucano.

“Está em local como este, fazer-se presente é em si um ato profético, que denúncia o abandono, e a falta de consciência na preservação” disse o padre Gutembergue Lacerda.

O pároco Pe. Antônio Rogério Veríssimo Duarte, em seu agradecimento final, expressou alegria em mais uma vez contar com a Presença e ajuda da comunidade, que a oito anos abraça e entende o motivo desta caminhada: “cuidar da água é cuidar da vida! Termos consciência e lutar para que todos tenham acesso de qualidade a água é um exercício cristão, está dentro das práticas quaresmais, que devem se estender para todo o ano, e não pensar só em si”.

Dom Limacêdo parabenizou todos os presentes e envolvidos, destacando a beleza do sertão e a importância de nos sentirmos responsáveis pelo lugar.

Na Missa de Ramos, dom Limacêdo defende a democracia e diz não ao fascismo

Na manhã deste domingo (Domingo de Ramos) o bispo da diocese de Afogados da Ingazeira, dom Limacêdo Antônio da Silva, abriu o período da Semana Santa na diocese.

Como vem acontecendo nos últimos anos, a Bênção dos Ramos aconteceu nas capelas de onde onde os fieis seguiram em procissão até o patamar da Catedral, local preparado para a Santa Missa.

Dom Limacêdo falou sobre a importância das Campanhas da Fraternidade e fez críticas a quem a combate. “A Campanha da Fraternidade com a sua coleta nacional ajuda aos mais pobres, aos mais carentes. Se uma Campanha da Fraternidade não fazer com que essas pessoas não percebam o que é Igreja, o que é que vai fazer com que essas pessoas percebam o que é Igreja. Atenção minha gente, tem uma tentativa de também levar não só os governos de serem fascistas, mas também a Igreja de ser fascista. É uma grande perigo o que estamos enfrentando nesse tempo. Juventude, você tem um papel excelente, grande pra fazer, bote lá na internet: o que é o fascismo? A Itália já viveu isso, outros países viveram o nazismo, tanta coisa, o Brasil não tem lugar para isso, nós somos da democracia, nós somos do diálogo e do amor, nós somos do respeito, a dignidade da pessoa humana. Enquanto houver Evangelho nesse mundo, e vai haver sempre porque Deus é Deus, vai haver sempre a vivência do amor”, disse dom Limacêdo.